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Apresentação

Este blog nasceu no blog Janela das Loucas, onde assinava "Diva Latívia". Ali permaneci durante muito tempo, como autora principal das crônicas do blog. Redescobri que escrever é vital pra mim, guiada e editada por Abílio Manoel, cantor, compositor, cineasta e meu querido amigo. O Janela das Loucas não existe mais, Abílio foi embora pro Céu. Escrevo porque tenho esse dom divino, mas devo ao Abílio este blog, devo ao Abílio a saudade que me acompanha diariamente. Fiz e faço deste blog uma homenagem a aquele que se tornou meu irmão, de alma e coração. Aqui o tema é variado: cotidiano, relacionamentos e comportamento, em prosa e versos.







16 de jun de 2013

ASSUMA O SEU AMOR

Li algo mais ou menos assim: “não evite aquilo o que lhe faz bem, assuma!”.
Diversas situações passaram por minha cabeça, mas a principal foi o amor. Tanta gente evita o amor, ou não o encara frente a frente, não mergulha sem medir a profundidade do oceano.
A nossa existência aqui nesta vida, neste plano, é muito rápida, breve. Raro e belo encontrar um ser que nos entregue o que existe de mais puro e sublime, o amor. Essa devoção, dedicação, merece mais do que indiferença, relutância, mais do que a displicência de quem encara sentimentos nobres como jogo, ou brinquedo. Amar é a finalidade do existir.
Ir fundo no sentimento e permitir que o amor flua, sem diminuir a velocidade, sem cálculos matemáticos. Amor não rima com razão, amor é calor e emoção. Quem ama e é correspondido vive a mais bela edificação de sua vida, algo raro e magnífico.
Amor não rima com brincadeira, amor não é passatempo. Quem evita se envolver se joga nos braços da solidão e a conta, mais dia, menos dia, virá em forma de arrependimento, de tristeza ao enxergar-se oco, vazio, irremediavelmente ímpar. Medo de amar é a mais funda e sofrida negação da vida.
Amar requer a mais deliciosa falta de juízo. Sem conveniência social, sem jogar pra torcida, sem se importar com o que vão dizer “lá em casa”. Amar, sabendo que amanhã haverá muito mais a vivenciar desse amor. Amar sem temer repetir erros do passado, cometidos ao lado de “outras gentes”. Amar sem medo de se ferir.  Amar e viver, do jeito mais simples e bom de ser. Amar e assumir esse amor. Amar!


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